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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O CATOLICISMO ROMANO



COMO SURGIU A PALAVRA “CATÓLICO”
Essa Igreja recebeu o nome de “católica” no concílio de Constantinopla, presidido pelo imperador romano Teodósio, com o decreto “conctos populosos” no ano de 381. Apostólica ela não é, a palavra “católico” significa “universal” romano quer dizer local; não sabemos como ela quer ser universal e local ao mesmo tempo! Quando Teodósio assumiu o império no ano 379, encontrou muitos grupos que se diziam cristãos, cada um considerando-se detentor da verdade, perdidos que estavam em devaneios e vãs filosofias. Aproveitando o péssimo precedente de Constantino, Teodósio também assumiu o partido dos ortodoxos e decretou o seguinte: queremos que todas as nações que são governadas por nossa moderação e clemência aceitem plenamente a religião que São Pedro ensinou aos habitantes de Roma, a qual a tradição nos conservou fielmente e agora é professada pelo pontífice Damásio e por Pedro, bispo de Alexandria...Autorizamos aos que seguem essa doutrina que recebam o nome de “cristãos-católicos” e todos os demais julgamos insensatos e loucos. Assinalamo-los com um nome infamante de seguir um dogma “herético”, suas congregações não podem assumir a denominação respeitosa de Igreja. Além de derem condenados pela justiça divina, devem esperar sofrer as penas severas que a nossa autoridade considere próprio infligir-lhes.


TÍTULOS USADOS NO CATOLICISMO ROMANO
O catolicismo por ser latino adotou títulos espanhóis e italianos que resultaram numa hierarquia. Esses títulos nada tem a ver com o cristianismo nem com a bíblia, é criação do sistema deles; todos os títulos usados pelos EVANGÉLICOS são bíblicos, por exemplo: “pastor, presbítero, evangelista, missionário, etc. porém os títulos usados pela Igreja católica são muito estranha e extrabíblico, o único título que eles usam é “bispo” e a bíblia diz que os bispos dever ser casados marido de uma mulher! (I Timóteo, 3.2), porém no catolicismo os bispos não podem casar, é uma verdadeira contradição enfadonha. Abaixo veja o significado dos títulos dos chefes do catolicismo e a função que eles exercem na Igreja católica:

PAPA: A palavra “papa” vem do latim papa que significa “pai”. É um termo de ternura que perdeu o sentido desde que os papas organizaram exércitos, derramaram sangue e tornaram-se políticos. O papa também é chamado de “doutor supremo de todos os fiéis”, “vigário de Cristo”, “sumo-pontífice” e “santo padre”.

VIGÁRIO: A palavra “vigário” quer dizer “substituto”. O papa é chamado de “vigário de Cristo”, ou seja, “substituto de Cristo”. Cristo afirmou claramente que o seu substituto na terra seria a pessoa do Espírito Santo (Jo 14.16-18,     Jo 15.26 e Jo 16.7 e 13).

PONTÍFICE: O título “pontífice”, que quer dizer literalmente “construtor de pontes”, não veio da Bíblia, mas do romanismo, onde o imperador declarava-se o elo a Deus. O papa é chamado de sumo-pontífice, ou seja, o máximo elo de ligação a Deus. É uma blasfêmia e arrogância um homem se colocar nesta posição. Só Cristo é a ponte para Deus (Jo 14.6 e I Tm 2.5). 
CARDEAL: são os que elegem o papa. 
PADRE: é o mesmo que pai, é que deveriam ser tendo esposa e filhos!
NÚNCIO: é embaixador do Vaticano. 
MONSENHOR: é título para as altas figuras do clero; 
ARCEBISPO: é o superior do bispo; 
BISPO: é o que governa uma diocese; 
CÔNEGO: é um elemento de uma catedral; 
MONGE: é o religioso de mosteiro; 
DOM: foi título dos reis da Espanha, muito apreciado pelo clero; 
SACERDOTE: é termo do judaísmo usado pela paganismo; 
CURA: é o pároco de aldeia; 
ABADE: é o prelado que dirige um mosteiro; 
FREI E FRADE: é de ordem religiosa e militar; 
PURPURADO E PRELADO: são distinções que todos eles cobiçam. Os papas são obcecados por títulos, de intitulam de: NOSSO SENHOR, PONTIFICE, AUGUSTO (que significa digno de ser adorado), MÁXIMUS, FILIUS, DEI,  e outros superlativos que os distancia de Cristo. Todos eles, papas, padres, vigário, cardeal, arcebispo, etc. são conhecidos como “MINISTROS DA IDOLATRIA”.


PORQUE OS PADRES NÃO CASAM?

O papa Hildebrando assumiu a cadeira papal no mês de março de 1073. tomando o título de “papa Gregório VIII”. Foi esse papa devasso que aboliu  casamento para o clérigo, (padres, etc.). uma das coisas que ele mais odiava era o casamento do clero, dizia ele que o casamento era um laço que junta os padres ao povo, e enquanto não despedaçasse esse laço não poderia haver verdadeira unidade que desejava; o clero deveria ser uma classe completamente separada, livre dos laços de parentesco, tendo um único fim: a manutenção e glória da Igreja. Estas eram as idéias de Gregório, e nesse sentido deu as suas ordens. A ordem que o infeliz papa Gregório deu a respeito do casamento do clero teve resultados terríveis. Dissolveu os mas respeitáveis matrimônios, separaram os que Deus tinha unido: maridos, mulheres, e crianças, deram lugar as mais lamentáveis discórdias, e espalhou por toda parte, negras calamidades, as esposas eram levadas aos desesperos. Daí proveio a maior imoralidade da idade média. O pior é que os que não se separaram das esposas eram entregues aos magistrados civis, para serem perseguidos, privados dos seus bens, e sujeitos a indignidade e sofrendo de muitas espécies. Em 1073 foi proibido aos padres solteiros de casarem, em 1074 os padres que eram casados foram obrigados a abandonar a família.
            A Igreja católica proíbe o casamento para os padres porque ela teme perder propriedades dos clérigos, caso fossem casados. É mais barato manter um padre solteiro do que uma família! afirmou o ex-padre José Vicente de Andrade que deixou a batina em 1972, e casou-se e tem três filhos. E outros 4.000 religiosos também afirmam o mesmo.


A VIRGEM MARIA E O CATOLICISMO ROMANO
A essência da adoração na igreja católica, gira não em torno do pai do Filho e do Espírito Santo, mas da pessoa da virgem Maria. Foi no ano de 431, no concílio de Éfeso, que Maria foi declarada pela primeira vez como “mãe de Deus”, inclusive um irmão chamado Nestor sofreu grande perseguição por se recusa a empregar o termo “mãe de Deus”, na verdade ela foi mãe do corpo físico de Jesus. Mas “DEUS NÃO TEM MÃE!”.
O concílio do vaticano II decretou: os fiéis católicos devem venerar a memória PRIMEIRAMENTE da gloriosa sempre virgem Maria, mãe de Deus.
No concílio de Latrão, ano 649, inventaram uma grande mentira dizendo que Maria não teve outros filhos. Como se fosse pecado uma mulher se casar e ter filhos!
No concílio de Nicéa, ano 787, instituíram o culto à Maria. A igreja católica foi astuta, pedindo uma mulher que presidisse o concílio, a imperatriz Irene! Com esse estratagema conseguiram sensibilizar os bispos que aprovaram a nova devoção; secionada pelo papa Adriano I. essa devoção é ilusória, Maria não toma conhecimento inclusive os santos não tem onipresença nem onisciência, atributos exclusivos de Deus. O único ser que pode estar presente em todos os lugares é somente Deus.
Em 1854 o dogma da imaculada conceição de Maria foi proclamado pelo papa Pio IV, por conta própria e sem consultar nenhum concílio! Esse papa verberou a liberdade de consciência, de culto, da palavra e da imprensa.
Certos anos depois em 1950, a velha igreja escorrega de novo deixando a cristandade perplexa – baseando-se numa lenda infantil de quinze séculos atrás, o papa Pio XII proclama a assunção de Maria! A igreja católica proclama Maria como rainha dos céus! Mãe de todas as graças, e outros exageros, que com certeza se Maria estivesse aqui recusaria ser chamada assim; nem os anjos aceitam adoração, imagine Maria!
A caduquice da igreja católica pode aumentar, já há entre os católicos quem diga que Maria tem uma posição entre a santíssima trindade!
Para incentivar a adoração à Maria os dominicanos criaram a “SALVE RAINHA” no ano 1221, e o jesuíta João Leunis instituiu a congregação Mariana em 1563. em 5 de março de 1967 na capela sixtina, o papa ignorando as sagradas escrituras reafirmou a blasfêmia proclamando: vamos à Maria, através dela chegaremos a Jesus! Embora sem êxito a igreja católica teima e continua afirmando que Maria é intercessora, e se esquecem que SÓ JESUS PODE INTERCEDER POR NÓS.
Os evangélicos se esforçam para respeitar Maria dentro do que diz a Bíblia sobre ela, enquanto o ensino católico no Brasil sobre Maria é tão fora da Bíblia que o culto que se presta a Maria pode ser visto como simplesmente Mariolatria. Essa nossa colocação é vista como imprópria pelos católicos, no entanto, a Igreja Romana, na ansiedade de defender eprovar seus ensinos sobre Maria, tornou-se Mariocêntrica, diferente do cristão, que é Cristocêntrico.
Ø O Que é Cristocêntrico? É ter Jesus Cristo como centro da fé, como a Bíblia Sagrada nos ensina, ter a Jesus como único e suficiente salvador, mediador, consolador;
O Que é Mariocêntrico? É ter Maria como centro da fé, como mediadora, consoladora, intercessora, advogada;
Pode Ser o Cristão Cristocêntrico e Mariocêntrico? Não, ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24), há um só senhor, (1 Co 8.5-6), há um só salvador (At 4.12), há um só mediador (1 Tm 2.5). Vejamos outros exemplos do Mariocentrismo católico: Existe mais Igrejas Romanas em honra, louvor, adoração e homenagem a Maria, do que a Jesus Cristo.



COMO SURGIU A REZE AVE-MARIA
A reza ave-maria, vem do ano 1317, foi escrita e difundida pelo papa João XXII – a palavra “AVE” era uma saudação dos romanos ao seu imperador nas arenas, quando iam matar os crentes! – observe: quando o anjo saudou Maria, ele não disse “ave agraciada” ele disse “salve agraciada” (que significa eu te saúdo). Não tem nada a ver com ave-maria. (Luc.1.28).        Nesta reza o papa João XII misturou doutrina espírita com textos bíblicos para confundir, pois a expressão “rogai por nós agora e na hora de nossa morte” é estranha no cristianismo na bíblia.

MARIA TEVE OUTROS FILHOS
 A doutrina tradicional da Igreja católica diz que: “Maria sempre foi virgem”. Porém nem o papa, nem padres, ninguém prova isto biblicamente.
O novo testamento registra que José não teve ralações sexuais com Maria somente “ATÉ” nascer Jesus, (Mateus, 1.25). A bíblia diz que Maria deu a luz a seu filho “PRIMOGÊNITO” e sabemos que primogênito significa primeiro, e se a bíblia diz que Maria teve o primeiro filho, é claro que depois ela teve o segundo, o terceiro... se Maria tivesse dado a luz só a um filho, (Jesus), então a bíblia diria que Maria tinha dado a luz a um filho “unigênito” e não  primogênito, porém a bíblia está dizendo assim, “e não a conheceu ATÉ que deu a luz a seu filho PRIMOGÊNITO... (Mateus, 1.24,25).
         Com 12 anos Jesus ausentou-se, e o casal aflito o procurou, e Maria disse ao menino Jesus: EU e teu TEU pai te procuramos! Se Maria e José procuravam o menino juntos, é porque conviviam juntos também, (Lucas, 2.7 e 2-48). Os cristãos do século II registraram que Maria depois de Ter concebido Jesus casou-se civilmente com José e tiveram outros filhos, inclusive a bíblia nos relata até os nomes deles: (Marcos, 6.3), neste texto diz assim: “não é este o carpinteiro filho de Maria, e irmão de Tiago, e José e de Judas, e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs?. Estes irmãos de Jesus que a bíblia menciona não eram irmãos espirituais de Jesus, como diz o catolicismo. Primeiro porque quem são irmãos espirituais de Jesus, são aqueles que lhe obedecem e CRÊ nele. Porém a prova que eles não eram irmãos espirituais de Jesus, a bíblia diz: “NEM SEUS IRMÃOS CRIAM NELE” (S. João, 7.5), se os próprios irmãos de Jesus não acreditavam nele, como poderiam ser irmãos espirituais?

MARIA NÃO FOI CONCEBIDA SEM PECADO
A Igreja católica, afirma que Maria foi concebida sem pecado, porém a palavra de Deus, diz: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus, (Romanos 3.23). a bíblia diz mais que todos que nasceram de mulher pecaram, (Jó, 25.4,5,6). O único que nunca cometeu nenhum pecado foi somente Jesus Cristo!

PROTESTO CONTRA O CATOLICISMO
No passado houve homens corajosos que protestaram contra as inovações de Roma. Exemplo disso é o de Pedro Buinys, foi ao princípio presbítero, considerado como um homem de espírito indomável. Ele protestou contra a construção de Igrejas ricas; contra a adoração de crucifixos; contra a doutrina da transubstanciação; contra a celebração da missa; e contra as orações pelos mortos. Depois de trabalhar no meio de muitas perseguições, durante mais de vinte anos foi queimado em vida em S. Gelles, no ano de 1130 por ordem do papa. E assim todos que se recusavam a obedecer as ordens da Igreja católica eram condenados a prisão; à torturas e finalmente eram queimados vivos.

HISTÓRIA DE ROMA
         A cidade de Roma foi fundada no ano de 753 A.C. sobre sete montes, 25 km. Distante da foz do rio Tibre, atualmente está construída numa planície ao norte dos sete montes. A fundação depois do império romano era uma das maiores façanhas política de todos os tempos. No tempo de Nero a população da cidade era de 1.200.000 habitantes, a metade sendo escravos, e uma grande parte das pessoas livres vivendo de esmolas. Não há palavras para descrever o luxo, a devassidão e os crimes da época dos imperadores e dos papas.

O VESTUÁRIO DO PAPA
Vazios espiritualmente os chefes do catolicismo recorreram ao artificialismo para conservar o povo ao seu redor, se o PAPA celebrasse as cerimônias civilmente trajado como fazem os pastores das igrejas evangélicas, reduziria 70% os curiosos, por essa razão o seu vestuário é de espantar! Conforme o cerimonial o papa apresenta-se com: o manto, o báculo, a batuta, a sobrepaliz, a roquêta, a faixa, a mitra, a casula, a meseta, a estola, a batina, o pálio, o solidéo, o escapulário, a coroa,  a tiara, as luvas de seda e os sapatos vermelhos de pelica, tudo muito colorido e atraente! O PAPA JOÃO PAULO II acrescentou mais uma peça à sua indumentária: “colete a prova de bala”!, comprou dois deles na firma Armoured body, nos Estados Unidos.

COMO SURGIU A PALAVRA PROTESTANTE
A palavra protestante apareceu quando o papa Clemente VII, 1529 tentou impedir que o evangelho fosse pregado na Alemanha. Os cristãos fizeram um “protesto” contra essa pretensão do papa e receberam o nome de “PROTESTANTE” aplicado hoje a todos os evangélicos.          PROSTESTANTE, significa: levantar-se contra uma injustiça, ou uma ilegalidade. O papa colocou esse nome em nós (os evangélicos), exatamente porque nós agimos conforme a bíblia diz. Ou seja, protestamos contra as injustiça do catolicismo, isto é, contra a adoração às imagens, o rosário, o batismo de crianças, o purgatório, o celibato, as rezas, a missa, a hóstia, água benta, e tantas outras baboseiras que não tem nada  a ver com cristianismo.

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