COMO SURGIU A PALAVRA “CATÓLICO”
Essa Igreja recebeu o nome de “católica” no concílio de Constantinopla,
presidido pelo imperador romano Teodósio, com o decreto “conctos populosos” no
ano de 381. Apostólica ela não é, a palavra “católico” significa “universal”
romano quer dizer local; não sabemos como ela quer ser universal e local ao
mesmo tempo! Quando Teodósio assumiu o império no ano 379, encontrou muitos
grupos que se diziam cristãos, cada um considerando-se detentor da verdade,
perdidos que estavam em devaneios e vãs filosofias. Aproveitando o péssimo
precedente de Constantino, Teodósio também assumiu o partido dos ortodoxos e
decretou o seguinte: queremos que todas as nações que são governadas por nossa
moderação e clemência aceitem plenamente a religião que São Pedro ensinou aos
habitantes de Roma, a qual a tradição nos conservou fielmente e agora é
professada pelo pontífice Damásio e por Pedro, bispo de
Alexandria...Autorizamos aos que seguem essa doutrina que recebam o nome de “cristãos-católicos” e todos os demais
julgamos insensatos e loucos. Assinalamo-los com um nome infamante de seguir um
dogma “herético”, suas congregações não podem assumir a denominação respeitosa
de Igreja. Além de derem condenados pela justiça divina, devem esperar sofrer
as penas severas que a nossa autoridade considere próprio infligir-lhes.
TÍTULOS USADOS NO CATOLICISMO ROMANO
O catolicismo por ser
latino adotou títulos espanhóis e italianos que resultaram numa hierarquia.
Esses títulos nada tem a ver com o cristianismo nem com a bíblia, é criação do
sistema deles; todos os títulos usados pelos EVANGÉLICOS são bíblicos, por
exemplo: “pastor, presbítero, evangelista, missionário, etc. porém os títulos
usados pela Igreja católica são muito estranha e extrabíblico, o único título
que eles usam é “bispo” e a bíblia diz que os bispos dever ser casados marido
de uma mulher! (I Timóteo, 3.2), porém no catolicismo os bispos não podem
casar, é uma verdadeira contradição enfadonha. Abaixo veja o significado dos
títulos dos chefes do catolicismo e a função que eles exercem na Igreja
católica:
PAPA: A palavra “papa” vem do latim papa que significa “pai”. É um termo de ternura que perdeu o sentido desde que os papas organizaram exércitos, derramaram sangue e tornaram-se políticos. O papa também é chamado de “doutor supremo de todos os fiéis”, “vigário de Cristo”, “sumo-pontífice” e “santo padre”.
VIGÁRIO: A palavra “vigário” quer dizer “substituto”. O papa é chamado de “vigário de Cristo”, ou seja, “substituto de Cristo”. Cristo afirmou claramente que o seu substituto na terra seria a pessoa do Espírito Santo (Jo 14.16-18, Jo 15.26 e Jo 16.7 e 13).
PONTÍFICE: O título “pontífice”, que quer dizer literalmente “construtor de pontes”, não veio da Bíblia, mas do romanismo, onde o imperador declarava-se o elo a Deus. O papa é chamado de sumo-pontífice, ou seja, o máximo elo de ligação a Deus. É uma blasfêmia e arrogância um homem se colocar nesta posição. Só Cristo é a ponte para Deus (Jo 14.6 e I Tm 2.5).
CARDEAL: são os que elegem o papa.
PADRE: é o mesmo que pai, é que deveriam ser tendo esposa e filhos!
NÚNCIO: é embaixador do Vaticano.
MONSENHOR: é título para as altas figuras do clero;
ARCEBISPO: é o superior do bispo;
BISPO: é o que governa uma diocese;
CÔNEGO: é um elemento de uma catedral;
MONGE: é o religioso de mosteiro;
DOM: foi título dos reis da Espanha, muito apreciado pelo clero;
SACERDOTE: é termo do judaísmo usado pela paganismo;
CURA: é o pároco de aldeia;
ABADE: é o prelado que dirige um mosteiro;
FREI E FRADE: é de ordem religiosa e militar;
PURPURADO E PRELADO: são distinções que todos eles cobiçam. Os papas são obcecados por títulos, de intitulam de: NOSSO SENHOR, PONTIFICE, AUGUSTO (que significa digno de ser adorado), MÁXIMUS, FILIUS, DEI, e outros superlativos que os distancia de Cristo. Todos eles, papas, padres, vigário, cardeal, arcebispo, etc. são conhecidos como “MINISTROS DA IDOLATRIA”.
PORQUE OS PADRES NÃO CASAM?
O papa Hildebrando assumiu a cadeira papal no mês de março de 1073.
tomando o título de “papa Gregório VIII”. Foi esse papa devasso que aboliu casamento para o clérigo, (padres, etc.). uma
das coisas que ele mais odiava era o casamento do clero, dizia ele que o
casamento era um laço que junta os padres ao povo, e enquanto não despedaçasse
esse laço não poderia haver verdadeira unidade que desejava; o clero deveria
ser uma classe completamente separada, livre dos laços de parentesco, tendo um
único fim: a manutenção e glória da Igreja. Estas eram as idéias de Gregório, e
nesse sentido deu as suas ordens. A ordem que o infeliz papa Gregório deu a
respeito do casamento do clero teve resultados terríveis. Dissolveu os mas
respeitáveis matrimônios, separaram os que Deus tinha unido: maridos, mulheres,
e crianças, deram lugar as mais lamentáveis discórdias, e espalhou por toda
parte, negras calamidades, as esposas eram levadas aos desesperos. Daí proveio
a maior imoralidade da idade média. O pior é que os que não se separaram das
esposas eram entregues aos magistrados civis, para serem perseguidos, privados
dos seus bens, e sujeitos a indignidade e sofrendo de muitas espécies. Em 1073
foi proibido aos padres solteiros de casarem, em 1074 os padres que eram
casados foram obrigados a abandonar a família.
A Igreja católica
proíbe o casamento para os padres porque ela teme perder propriedades dos
clérigos, caso fossem casados. É mais barato manter um padre solteiro do que uma
família! afirmou o ex-padre José Vicente de Andrade que deixou a batina em
1972, e casou-se e tem três filhos. E outros 4.000 religiosos também afirmam o
mesmo.
A VIRGEM MARIA E O CATOLICISMO ROMANO
A
essência da adoração na igreja católica, gira não em torno do pai do Filho e do
Espírito Santo, mas da pessoa da virgem Maria. Foi no ano de 431, no concílio
de Éfeso, que Maria foi declarada pela primeira vez como “mãe de Deus”,
inclusive um irmão chamado Nestor sofreu grande perseguição por se recusa a
empregar o termo “mãe de Deus”, na verdade ela foi mãe do corpo físico de
Jesus. Mas “DEUS NÃO TEM MÃE!”.
O concílio do vaticano II decretou: os
fiéis católicos devem venerar a memória PRIMEIRAMENTE da gloriosa sempre virgem
Maria, mãe de Deus.
No concílio de Latrão, ano 649,
inventaram uma grande mentira dizendo que Maria não teve outros filhos. Como se
fosse pecado uma mulher se casar e ter filhos!
No concílio de Nicéa, ano 787,
instituíram o culto à Maria. A igreja católica foi astuta, pedindo uma mulher
que presidisse o concílio, a imperatriz Irene! Com esse estratagema conseguiram
sensibilizar os bispos que aprovaram a nova devoção; secionada pelo papa
Adriano I. essa devoção é ilusória, Maria não toma conhecimento inclusive os
santos não tem onipresença nem onisciência, atributos exclusivos de Deus. O
único ser que pode estar presente em todos os lugares é somente Deus.
Em 1854 o dogma da imaculada conceição de
Maria foi proclamado pelo papa Pio IV, por conta própria e sem consultar nenhum
concílio! Esse papa verberou a liberdade de consciência, de culto, da palavra e
da imprensa.
Certos anos depois em 1950, a velha
igreja escorrega de novo deixando a cristandade perplexa – baseando-se numa
lenda infantil de quinze séculos atrás, o papa Pio XII proclama a assunção de
Maria! A igreja católica proclama Maria como rainha dos céus! Mãe de todas as
graças, e outros exageros, que com certeza se Maria estivesse aqui recusaria
ser chamada assim; nem os anjos aceitam adoração, imagine Maria!
A caduquice da igreja católica pode
aumentar, já há entre os católicos quem diga que Maria tem uma posição entre a
santíssima trindade!
Para incentivar a adoração à Maria os
dominicanos criaram a “SALVE RAINHA” no ano 1221, e o jesuíta João Leunis
instituiu a congregação Mariana em 1563. em 5 de março de 1967 na capela
sixtina, o papa ignorando as sagradas escrituras reafirmou a blasfêmia
proclamando: vamos à Maria, através dela chegaremos a Jesus! Embora sem êxito a
igreja católica teima e continua afirmando que Maria é intercessora, e se
esquecem que SÓ JESUS PODE INTERCEDER POR NÓS.
Os evangélicos se
esforçam para respeitar Maria dentro do que diz a Bíblia sobre ela, enquanto o
ensino católico no Brasil sobre Maria é tão fora da Bíblia que o culto que se
presta a Maria pode ser visto como simplesmente Mariolatria. Essa nossa
colocação é vista como imprópria pelos católicos, no entanto, a Igreja Romana,
na ansiedade de defender eprovar seus ensinos sobre Maria, tornou-se
Mariocêntrica, diferente do cristão, que é Cristocêntrico.
Ø
O Que é
Cristocêntrico? É ter Jesus Cristo como centro da fé, como a Bíblia Sagrada nos
ensina, ter a Jesus como único e suficiente salvador, mediador, consolador;
O Que é
Mariocêntrico? É ter Maria como centro da fé, como mediadora, consoladora,
intercessora, advogada;
Pode Ser o
Cristão Cristocêntrico e Mariocêntrico? Não, ninguém pode servir a dois
senhores (Mt 6.24), há um só senhor, (1 Co 8.5-6), há um só salvador (At 4.12),
há um só mediador (1 Tm 2.5). Vejamos outros exemplos do Mariocentrismo
católico: Existe mais Igrejas Romanas em honra, louvor, adoração e homenagem a
Maria, do que a Jesus Cristo.
COMO SURGIU A REZE AVE-MARIA
A reza ave-maria, vem do
ano 1317, foi escrita e difundida pelo papa João XXII – a palavra “AVE” era uma
saudação dos romanos ao seu imperador nas arenas, quando iam matar os crentes!
– observe: quando o anjo saudou Maria, ele não disse “ave agraciada” ele disse
“salve agraciada” (que significa eu te saúdo). Não tem nada a ver com ave-maria.
(Luc.1.28).
Nesta reza o papa João XII
misturou doutrina espírita com textos bíblicos para confundir, pois a expressão
“rogai por nós agora e na hora de nossa morte” é estranha no cristianismo na
bíblia.
MARIA TEVE OUTROS FILHOS
A doutrina tradicional da Igreja católica
diz que: “Maria sempre foi virgem”. Porém nem o papa, nem padres, ninguém prova
isto biblicamente.
O novo testamento registra que José não teve ralações
sexuais com Maria somente “ATÉ” nascer Jesus, (Mateus,
1.25). A bíblia diz que Maria deu a
luz a seu filho “PRIMOGÊNITO” e sabemos que primogênito significa primeiro, e se a bíblia
diz que Maria teve o primeiro filho, é claro que depois ela teve o segundo, o
terceiro... se Maria tivesse dado a luz só a um filho, (Jesus), então a bíblia
diria que Maria tinha dado a luz a um filho “unigênito”
e não primogênito, porém a bíblia está dizendo
assim, “e não a conheceu ATÉ que deu a luz a seu filho PRIMOGÊNITO...
(Mateus, 1.24,25).
Com 12 anos Jesus
ausentou-se, e o casal aflito o procurou, e Maria disse ao menino Jesus: EU e teu TEU pai te procuramos! Se Maria e
José procuravam o menino juntos, é porque conviviam juntos também, (Lucas, 2.7
e 2-48). Os cristãos do século II registraram que Maria depois de Ter concebido
Jesus casou-se civilmente com José e tiveram outros filhos, inclusive a bíblia
nos relata até os nomes deles: (Marcos, 6.3), neste texto diz assim: “não é este o carpinteiro filho de Maria,
e irmão de Tiago, e José e de Judas, e de Simão? E não estão aqui conosco suas
irmãs?. Estes irmãos de Jesus que a bíblia menciona não eram irmãos espirituais
de Jesus, como diz o catolicismo. Primeiro porque quem são irmãos espirituais
de Jesus, são aqueles que lhe obedecem e CRÊ nele. Porém a prova que eles não eram
irmãos espirituais de Jesus, a bíblia diz: “NEM SEUS IRMÃOS CRIAM
NELE” (S.
João, 7.5), se os próprios irmãos de
Jesus não acreditavam nele, como poderiam ser irmãos espirituais?
MARIA NÃO FOI CONCEBIDA SEM PECADO
A Igreja católica, afirma que Maria foi
concebida sem pecado, porém a palavra de Deus, diz: “Todos
pecaram e carecem da glória de Deus, (Romanos 3.23). a bíblia diz mais que todos que nasceram
de mulher pecaram, (Jó, 25.4,5,6). O
único que nunca cometeu nenhum pecado foi somente Jesus Cristo!
PROTESTO CONTRA O CATOLICISMO
No passado houve homens
corajosos que protestaram contra as inovações de Roma. Exemplo disso é o de
Pedro Buinys, foi ao princípio presbítero, considerado como um homem de
espírito indomável. Ele protestou contra a construção de Igrejas ricas; contra
a adoração de crucifixos; contra a doutrina da transubstanciação; contra a
celebração da missa; e contra as orações pelos mortos. Depois de trabalhar no
meio de muitas perseguições, durante mais de vinte anos foi queimado em vida em S. Gelles, no ano de
1130 por ordem do papa. E assim todos que se recusavam a obedecer as ordens da
Igreja católica eram condenados a prisão; à torturas e finalmente eram
queimados vivos.
HISTÓRIA DE ROMA
A cidade de Roma foi fundada no ano de 753 A.C. sobre sete montes, 25 km. Distante da foz do rio
Tibre, atualmente está construída numa planície ao norte dos sete montes. A
fundação depois do império romano era uma das maiores façanhas política de
todos os tempos. No tempo de Nero a população da cidade era de 1.200.000
habitantes, a metade sendo escravos, e uma grande parte das pessoas livres
vivendo de esmolas. Não há palavras para descrever o luxo, a devassidão e os
crimes da época dos imperadores e dos papas.
O VESTUÁRIO DO PAPA
Vazios espiritualmente os chefes do catolicismo recorreram
ao artificialismo para conservar o povo ao seu redor, se o PAPA celebrasse as cerimônias
civilmente trajado como fazem os pastores das igrejas evangélicas, reduziria
70% os curiosos, por essa razão o seu vestuário é de espantar! Conforme o cerimonial
o papa apresenta-se com: o manto, o báculo, a batuta, a sobrepaliz, a roquêta, a faixa, a
mitra, a casula, a meseta, a estola, a batina, o pálio, o solidéo, o
escapulário, a coroa, a tiara, as luvas
de seda e os sapatos vermelhos de pelica, tudo muito colorido e atraente! O PAPA JOÃO PAULO II acrescentou mais uma peça à sua indumentária: “colete a prova de bala”!,
comprou dois deles na firma
Armoured body, nos Estados Unidos.
COMO SURGIU A PALAVRA PROTESTANTE
A palavra protestante apareceu quando o papa Clemente VII, 1529
tentou impedir que o evangelho fosse pregado na Alemanha. Os cristãos fizeram
um “protesto” contra essa pretensão
do papa e receberam o nome de “PROTESTANTE”
aplicado hoje a todos os evangélicos. PROSTESTANTE, significa: levantar-se contra uma injustiça, ou uma
ilegalidade. O papa colocou esse nome em nós (os evangélicos), exatamente
porque nós agimos conforme a bíblia diz. Ou seja, protestamos contra as
injustiça do catolicismo, isto é, contra a adoração às imagens, o rosário, o batismo
de crianças, o purgatório, o celibato, as rezas, a missa, a hóstia, água benta,
e tantas outras baboseiras que não tem nada
a ver com cristianismo.


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