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sábado, 16 de agosto de 2014

MEUS VERBETES PREFERIDOS



CARÁTER

Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes. Uma pessoa conhecida como "sem caráter" ou "mau caráter", geralmente é qualificada como desonesta, pois não apresenta firmeza de princípios ou de moral. Por outro lado, uma pessoa "de caráter" é alguém com formação moral sólida e incontestável. O caráter quando é forte, não se deixa levar por alguma proposta de uma via mais fácil para a realização de algo. Mesmo se naquele momento parece ser o melhor caminho a seguir, é o caráter que vai determinar a escolha do indivíduo.
         O caráter no Brasil ou carácter em Portugal, em psicologia é o termo que designa o aspecto da personalidade responsável pela forma habitual e constante de agir peculiar a cada indivíduo; esta qualidade, é inerente somente à uma pessoa, pois é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser desta; sua índole, sua natureza e temperamento. O conjunto das qualidades, boas ou más, de um indivíduo lhe determinam a conduta e a concepção moral; seu gênio, humor, temperamento, este, sendo resultado de progressiva adaptação constitucional do sujeito às condições ambientais, familiares, pedagógicas e sociais.
Caráter é a soma de nossos hábitos, virtudes e vícios.

REPUTAÇÃO
Reputação é a opinião do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização. Constitui-se num importante fator em muitos campos, tais como negócios, comunidades online ou status social.

DIFERENÇA ENTRE CARÁTER E REPUTAÇÃO!

Caráter é o que somos, reputação é aquilo que os outros pensam que somos.
Esta diferença é mostrada em um poema escrito por William Hersey Davis:
As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação;
a verdade em que você acredita determina seu caráter.
A reputação é o que acham que você é;
O caráter é o que você realmente é…
A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova;
O caráter é o que você tem quando vai embora…
A reputação é feita em um momento;
O caráter é construído em uma vida inteira…
A reputação torna você rico ou pobre;
O caráter torna você feliz ou infeliz…
A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura;
O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus.

CARÁTER X REPUTAÇÃO

Inicialmente, precisamos entender as diferenças entre reputação e caráter, e depois quem sabe pensar com o que realmente vale a pena se importar. Reputação nada mais é do que a opinião ou avaliação do “público” em relação a uma pessoa, ou grupo social. E o caráter é sinônimo de personalidade, são os traços morais de um individuo.
Eu não preciso dizer que caráter é o que conta pra mim, mas que reputação é o que é levado em consideração pelos os outros. O ser - humano pode cometer dois tipos de erro: O erro de conduta e o erro de caráter, acho o primeiro perdoável, já o segundo não.
         Ter uma boa reputação é sinônimo de não cometer erros, principalmente os de conduta, é viver de acordo com o que a sociedade prega, é acima de tudo transparecer uma perfeição que eu não acredito que exista. Lógico que sou suspeita pra falar, porque cometo erros de conduta diariamente, e não me envergonho nenhum pouco, me divirto em cometer erros novos, e sei que estou muito longe da normalidade. Então, obviamente que vou falar como acho mesquinho quem julga sem conhecer, as pessoas vão muito além das suas atitudes. Mas é bom não esquecer que as atitudes falam muito de alguém, eu acho que não me preocupo com reputação, seja a minha ou de qualquer outra pessoa, porque não consigo entender o que é realmente certo ou errado. Acredito muito que cada um saiba de si, e eu sempre digo que permito que todo mundo seja como quiser, e a mim como devo ser. Eu cheguei ao ponto de não conseguir sofrer de ressaca moral, se cometo uma mancada, não posso fazer nada, deixo pra trás e bola pra frente. As pessoas sempre vão falar, seja bem ou mal. Você vai estar o tempo inteiro sujeito a comentários, muitas vezes maldosos, porque ninguém abre a boca pra falar bem, agora pra criticar é muito fácil, o que as pessoas esquecem é que quase todos temos teto de vidro. Eu não me envergonho de ter amigo que vive bêbado, não me importo se alguém usa drogas, se a mulher é interesseira ou transa com todo mundo, não consigo classificar meus amigos por esse tipo de coisa, pelo o que eles passam para as outras pessoas. Primeiro, porque acho que esse tipo de erro de conduta é algo que só faz mal pra quem realmente o comete, segundo porque o importante é a personalidade. Vai dizer que você nunca teve um amigo gay, que era muito mais “brother” do que a santinha da cidade? Ter boa reputação é algo que eu admiro, mas ter bom caráter é o que realmente faz diferença. Às vezes acho até bom quando conheço alguém que tem “má fama”, e a pessoa se transforma em uma agradável surpresa, eu acredito muito que uma hora ou outra todo mundo é capaz de surpreender. Por trás de uma reputação sempre tem alguém que ama, chora, sofre e é tão humano como qualquer um. Julgar e tirar conclusões precipitadas todo mundo consegue, agora parar para conhecer alguém, ouvir o que ele tem a dizer, é para poucos. O clichê de que todos que passam por nossas vidas não passam sozinhos, é pra mim uma verdade. Todo mundo pode te trazer algo interessante, pode ter uma boa história pra contar e tenho certeza que se você parar para ouvir, a pessoa terá uma boa explicação pelos seus erros.
Talvez, eu meio que esteja procurando uma desculpa para os meus próprios erros, mas quem sabe eu não tenha razão.

MORAL
Moral é o conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade. O termo tem origem no Latim “morales” cujo significado é “relativo aos costumes”. Os princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, a virtude, etc., determinam o sentido moral de cada indivíduo. São valores universais que regem a conduta humana e as relações saudáveis e harmoniosas. A moral orienta o comportamento do homem diante das normas instituídas pela sociedade ou por determinado grupo social. Diferencia-se da ética no sentido de que esta tende a julgar o comportamento moral de cada indivíduo no seu meio. No entanto, ambas buscam o bem-estar social.

 

ÉTICA

No contexto filosófico, ética e moral possuem diferentes significados. A ética está associada ao estudo fundamentado dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade, enquanto a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade. Os termos possuem origem etimológica distinta. A palavra “ética” vem do Grego “ethos” que significa “modo de ser” ou “caráter”. Já a palavra “moral” tem origem no termo latino “morales” que significa “relativo aos costumes”. Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano ao tentar explicar as regras morais de forma racional, fundamentada, científica e teórica. É uma reflexão sobre a moral. Moral é o conjunto de regras aplicadas no cotidiano e usadas continuamente por cada cidadão. Essas regras orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau. No sentido prático, a finalidade da ética e da moral é muito semelhante. São ambas responsáveis por construir as bases que vão guiar a conduta do homem, determinando o seu caráter, altruísmo e virtudes, e por ensinar a melhor forma de agir e de se comportar em sociedade.

 

PERSONALIDADE

         É conjunto de características comportamentais, de inteligência e de carácter que distinguem um indivíduo de outro; consciência que cada indivíduo tem de si próprio; pessoa que demonstra autoridade, carácter forte; pessoa célebre e/ou notável, que goza de prestígio.

         Define-se a personalidade como tudo aquilo que distingue um indivíduo de outros indivíduos, ou seja, o conjunto de características psicológicas que determinam a sua individualidade pessoal e social. A formação da personalidade é processo gradual, complexo e único a cada indivíduo. O termo deriva do grego persona, com significado de máscara, designava a "personagem" representada pelos atores teatrais no palco. O termo é também sinônimo de celebridade.

SUBJETIVIDADE
Subjetividade é algo que varia de acordo com o julgamento de cada pessoa, é um tema que cada indivíduo pode interpretar da sua maneira, que é subjetivo. Subjetividade diz respeito ao sentimento de cada pessoa, sua opinião sobre determinado assunto. Subjetividade é algo que muda de acordo com cada pessoa, por exemplo, gosto pessoal, cada um possui o seu, portanto é algo subjetivo. O tema subjetividade varia de acordo com os sentimentos e hábitos de cada um, é uma reação e opinião individual, não é passivo de discussão, uma vez que cada um dá valor para uma coisa específica. A subjetividade é formada através das crenças e valores do indivíduo, com suas experiências e histórias de vida. O tema da subjetividade é bastante debatido e estudado em psicologia, como ela se forma, de onde vêm, e etc.

FEEDBACK
Feedback é uma palavra inglesa que significa realimentar ou dar resposta a uma determinado pedido ou acontecimento. O termo é utilizado em áreas como Administração de Empresas, Psicologia ou Engenharia Elétrica.

PREMISSA
Premissa significa a proposição, o conteúdo, às informações essenciais que servem de base para um raciocínio, para um estudo que levará a uma conclusão. Em lógica a premissa significa cada uma das proposições de um silogismo.

 

Premissa maior e premissa menor

Uma premissa é uma proposição presente em um silogismo e que permite chegar a uma determinada conclusão através de uma dedução. Existe a premissa maior, que contém o termo maior, que culminará na conclusão; e a premissa menor, que contém o sujeito da conclusão.
Premissa maior: Todos os seres humanos são mamíferos.
Premissa menor: O Pedro é um ser humano.
Conclusão: Logo, o Pedro é um mamífero.
Neste caso, "mamífero" é o termo maior, "seres humanos" é o termo médio e "Pedro" é o termo menor.

VERDADE
Diagrama do conhecimento.
A palavra verdade pode ter vários significados, desde “ser o caso”, “estar de acordo com os fatos ou a realidade”, ou ainda ser fiel às origens ou a um padrão. Usos mais antigos abrangiam o sentido de fidelidade, constância ou sinceridade em atos, palavras e caráter. Assim, "a verdade" pode significar o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. Como não há um consenso entre filósofos e acadêmicos, várias teorias e visões a cerca da verdade existem e continuam sendo debatidas.

Filosofia
O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, qual o portador da verdade (em inglês truth-bearer). Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagens formais. Para Nietzsche, por exemplo, a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque não se pode alcançar uma certeza sobre a definição do oposto da mentira. Daí seu texto "como filosofar com o martelo".
         Mas para a filosofia de René Descartes a certeza é o critério da verdade.
Quem concorda sinceramente com uma frase está se comprometendo com a verdade da frase. A filosofia estuda a verdade de diversas maneiras. A metafísica se ocupa da natureza da verdade. A lógica se ocupa da preservação da verdade. A epistemologia se ocupa do conhecimento da verdade. Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas.
Os filósofos analíticos apontam que a visão relativista é facilmente refutável.
A refutação do relativismo, segundo Tomás de Aquino, baseia-se no fato de que é difícil para alguém declarar o relativismo sem se colocar fora ou acima da declaração. Isso acontece porque, se uma pessoa declara que "todas as verdades são relativas", aparece a dúvida se essa afirmação é ou não é relativa. Se a declaração não é relativa, então, ela se auto-refuta pois é uma verdade sobre relativismo que não é relativa. Se a declaração não é relativa, conclui-se que a declaração "todas as verdades são relativas" é uma declaração falsa. Por outro lado, se todas as verdades são relativas, incluindo a afirmação de que "todas as verdades são relativas", então, o interlocutor não é obrigado a crer na afirmação. Ele é livre para acreditar, inclusive, que "todas as verdades são absolutas"

O PORTADOR DA VERDADE
Alguns filósofos chamam qualquer entidade, aquilo de que podemos dizer que é verdadeiro ou falso, de portador da verdade. Assim, portadores da verdade podem ser pessoas ou coisas, sentenças assertivas, proposições ou crenças.

TIPOS DE VERDADE
A verdade é uma interpretação mental da realidade transmitida pelos sentidos, confirmada por outros seres humanos com cérebros normais e despidos de preconceitos (desejo de crer que algo seja verdade), e confirmada por equações matemáticas e linguísticas formando um modelo capaz de prever acontecimentos futuros diante das mesmas coordenadas.[carece de fontes]
  • Verdade material é a adequação entre o que é e o que é dito.
  • Verdade formal é a validade de uma conclusão à qual se chega seguindo as regras de inferência a partir de postulados e axiomas aceitos.
  • É uma verdade analítica a frase na qual o predicado está contido no sujeito. Por exemplo: "Todos os porcos são mamíferos".3
  • É uma verdade sintética a frase na qual o predicado não está contido no sujeito.4
  • Sofisma é todo tipo de discurso que se baseia num antecedente falso tentando chegar a uma conclusão lógica válida.
TEORIAS METAFÍSICAS DA VERDADE
Verdade como correspondência ou adequação
A teoria correspondentista da verdade é encontrada no aristotelismo (incluindo o tomismo). De acordo com essa concepção, a verdade é a adequação entre aquilo que se dá na realidade e aquilo que se dá na mente. A verdade como correspondência foi definida por Aristóteles no tratado Da Interpretação, no qual ele analisa a formação das frases suscetíveis de serem verdadeiras ou falsas. Uma frase é verdadeira quando diz que o que é é, ou que o que não é não é. Uma frase é falsa quando diz que o que é não é, ou que o que não é é. O problema dessa concepção é entender o que significa correspondência. É um tipo de semelhança entre o que é e o que é dito? Mas, que tipo de semelhança pode haver entre as palavras e as coisas? O método científico, por exemplo, estabelece procedimentos para se realizar essa correspondência. Nesse caso um juízo de verdade V é então legitimado, de forma tal que a comunidade de cientisitas (que partilham entre si conhecimento e experiências) aceita/certifica como verdadeira a proposição P, oriunda da correspondência realizada entre P(V) e a "realidade empírica", via método científico.

VERDADE POR CORRESPONDÊNCIA
O conceito de verdade como correspondência é o mais antigo e divulgado. Pressuposto por muitas das escolas pré-socráticas, foi pela primeira vez, explicitamente formulado por Platão com a definição do discurso verdadeiro, no diálogo Crátilo: "Verdadeiro é o discurso que diz as coisas como são; falso é aquele que as diz como não são." (Crtas.,385b;v.Sof.,262 e; Fil.,37c). Por sua vez Aristóteles dizia: "Negar aquilo que é, e afirmar aquilo que não é, é falso, enquanto afirmar o que é e negar o que não é, é a verdade." (Met. IV,7,1011b 26 e segs.;v.V,29.1024b 25).
Aristóteles enunciava também os dois teoremas fundamentais deste conceito da verdade. O primeiro é que a verdade está no pensamento ou na linguagem, não no ser ou na coisa (Met. VI,4,1027 b 25). O segundo é que a medida da verdade é o ser ou a coisa, não o pensamento ou o discurso: de modo que uma coisa não é branca porque se afirma com verdade que é assim; mas se afirma com verdade que é assim, porque ela é branca. (Met., IX, 10,1051 b 5).

DESMENÇÃO
De acordo com a teoria desmencionista da verdade, para chegarmos à verdade de uma proposição basta tirarmos as aspas da mesma. Por exemplo, a proposição "A neve é branca" é verdadeira se, e somente se, a neve é branca.

DEFLACIONISMO
De acordo com o deflacionismo, o predicado de segunda ordem "É verdade que …" não acrescenta nada à frase de primeira ordem à qual ele é aplicado. Por exemplo, não há nenhuma diferença lógica entre a frase "É verdade que a água é molhada" e a frase "A água é molhada".

DESVELAMENTO
Segundo esta concepção, verdade é desvelamento. Conhecer a verdade é deixar o ser se manifestar. É estar aberto para o ser. Nas versões modernas do desvelamento, mais pragmáticas, a verdade é algo "sempre em construção", e que portanto sempre vai possuir "valor verdade" inferior a 100%.
Posição típica de Martin Heidegger (em Ser e tempo, parágrafo 44, e na conferência "A essência da verdade").

PRAGMATISMO
Para o pragmatismo a verdade é o valor de uma coisa.6 Em Habermas a verdade se confunde com a validade intersubjetiva, ou consenso. Se uma proposição não é submetida ao crivo da comunidade, nada se pode dizer sobre sua falsidade.
No Empirismo o pragmatismo não se opõe à correspondência, mas se funde a ela: a "verdade empírica" como correspondência obtida por consenso na comunidade científica.

TEORIAS FORMAIS
VERDADE LÓGICA
A lógica se preocupa com os padrões de razão que podem nos ajudar a dizer se uma proposição é verdadeira ou não. No entanto, a lógica não lida com a verdade no sentido absoluto, como a metafísica. Os lógicos usam linguagem formal para expressar as verdades. Assim só existe verdade em alguma interpretação lógica ou dentro de algum sistema lógico.
Uma verdade lógica (também chamada verdade analítica ou verdade necessária) é uma afirmação que é verdadeira em todos os mundos possíveis 7 ou segundo todas as possíveis interpretações, em contraste com um fato (também chamado proposição sintética ou uma contingência) que só é verdadeiro neste mundo, tal como se desenvolveu historicamente. Uma proposição, como "Se p e q, então p", é considerada uma verdade lógica por causa do significado dos símbolos e palavras que a constituem e não por causa de qualquer fato de qualquer mundo particular. Verdades lógicas são tais que não poderiam ser falsas.

VERDADE EM MATEMÁTICA
Existem duas abordagens principais para a verdade em matemática: o modelo da teoria da verdade e a teoria da prova da verdade.
Com o desenvolvimento da álgebra booliana no século XIX, modelos matemáticos de lógica começaram a tratar a "verdade", também representada como "V" ou "1", como uma constante arbitrária. "Falsidade" é também uma constante arbitrária que pode ser representado por "F" ou "0". Em lógica proposicional, esses símbolos podem ser manipulados de acordo com um conjunto de axiomas e regras de inferência, muitas vezes dadas na forma de tabelas verdade.
Além disso, desde pelo menos a época do programa de Hilbert, na virada do século XX, até a prova dos teoremas da incompletude de Gödel e o desenvolvimento da tese de Church-Turing, no início daquele século, afirmações verdadeiras em matemática foram geralmente assumidas como demonstráveis ​​em um sistema axiomático formal.
Os trabalhos de Gödel, Turing e outros abalaram este pressuposto, com o desenvolvimento de proposições que são verdadeiras, mas não podem ser comprovadas dentro do sistema. 8 Dois exemplos podem ser encontrados nos Problemas de Hilbert. O trabalho sobre os 10 problemas de Hilbert levou, no final do século XX, à construção de equações diofantinas específicas, para as quais é indecidível se têm uma solução, 9 ou, se tiverem, se teriam um número finito ou infinito de soluções. Mais fundamentalmente, o primeiro problema de Hilbert estava na hipótese do continuum. 10 Gödel e Paul Cohen mostraram que essa hipótese não pode ser provada ou refutada usando os axiomas padrão da teoria dos conjuntos. 11 Na opinião de alguns é, então, igualmente razoável tomar tanto a hipótese do continuum quanto a sua negação, como um novo axioma.

TEORIA SEMÂNTICA DA VERDADE
A teoria semântica da verdade tem como caso geral, para um dado idioma:
'P' é verdadeiro se e somente se Ponde "P" refere-se à sentença (o nome da sentença), e P é apenas a própria sentença.
O lógico e filósofo Alfred Tarski desenvolveu a teoria das linguagens formais (como lógica formal). Aqui, ele a restringiu desta forma: nenhuma língua poderia conter seu próprio predicado de verdade - ou seja, a expressão "é verdade" somente seria aplicável a sentenças em outro idioma. A este idioma ele chamou língua objeto - o idioma sobre o qual se fala. O motivo para sua restrição era que as línguas que contêm seu próprio predicado de verdade conteriam frases paradoxais como "Esta sentença não é verdade". Tais sentenças podem, porém, conter um predicado de verdade aplicável a sentenças em outro idioma.

EPISTEMOLOGIA
Epistemologia significa ciência, conhecimento, é o estudo científico que trata dos problemas relacionados com a crença e o conhecimento, sua natureza e limitações. A epistemologia surgiu com Platão, onde ele se opunha à crença ou opinião ao conhecimento. A crença é um ponto de vista subjetivo e o conhecimento é crença verdadeira e justificada. A teoria de Platão diz que conhecimento é o conjunto de todas as informações que descrevem e explicam o mundo natural e social que nos rodeia.
A epistemologia provoca duas posições, uma empirista que diz que o conhecimento deve ser baseado na experiência, ou seja, no que for apreendido durante a vida, e a posição racionalista, que prega que a fonte do conhecimento se encontra na razão, e não na experiência.

CULTURA
Cultura significa cultivar, e vem do latim colere. Genericamente a cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo homem não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade como membro dela que é.
Cultura na língua latina, entre os romanos tinha o sentido de agricultura, que se referia ao cultivo da terra para a produção, e ainda hoje é conservado desta forma quando é referida a cultura do soja, a cultura do arroz etc.
Cultura também é definida em ciências sociais como um conjunto de ideias, comportamentos, símbolos e práticas sociais, aprendidos de geração em geração através da vida em sociedade. Seria a herança social da humanidade ou ainda de forma específica, uma determinada variante da herança social. Já em biologia a cultura é uma criação especial de organismos para fins determinados. A principal característica da cultura é o mecanismo adaptativo que é a capacidade, que os indivíduos tem de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, mais até que possivelmente uma evolução biológica. A cultura é também um mecanismo cumulativo porque as modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, onde vai se transformando perdendo e incorporando outros aspetos  procurando assim melhorar a vivência das novas gerações.

SENSO COMUM
Senso comum é o modo de pensar da maioria das pessoas, são noções comumente admitidas pelos indivíduos. Significa o conhecimento adquirido pelo homem partir de experiências, vivências e observação do mundo. O senso comum se caracteriza por conhecimentos empíricos acumulados ao longo da vida e passados de geração em geração.

IDEOLOGIA
Ideologia é um termo que possui diferentes significados. No senso comum significa ideal, e contém um conjunto de ideais, pensamentos, doutrinas ou de visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações sociais e, principalmente, políticas. A sociologia descreve uma ideologia como uma associação de representações e ideias que um determinado grupo social produz a respeito do seu meio envolvente e da sua função nesse meio. Existem ideologias políticas, religiosas, econômicas e jurídicas. Uma ideologia se distingue de uma ciência porque não tem como fundamento uma metodologia exata qie são capazes de comprovar essas ideias.
O grupo que defende uma ideologia frequentemente tenta convencer outras pessoas seguirem essa mesma ideologia. Assim, existem confrontos ideológicos e consequentemente ideologias dominantes (hegemônicas) e dominadas (subordinadas).
         Conhecimento empírico é uma expressão cujo significado reporta ao conhecimento adquirido através da observação. É uma forma de conhecimento resultante do senso comum, por vezes baseado na experiência, sem necessidade de comprovação científica. Sendo o conhecimento empírico adquirido de forma ingênua, através da mera observação e com base em deduções simples, é por vezes passível de erro. Por exemplo, durante muito séculos, aceitou-se como fruto do conhecimento empírico que o Sol girava em torno da Terra, tendo a ciência mais tarde vindo a demostrar que, contrariamente ao que possa indicar a nossa percepção é, na realidade, a Terra que gira em torno do Sol.

ATITUDE
Atitude é uma norma de procedimento que leva a um determinado comportamento. É a concretização de uma intenção ou propósito. Na sociologia, atitude consiste em um sistema de valores e crenças, com certa estabilidade no tempo, de um indivíduo ou grupo que o predispõe a sentir e reagir de uma determinada forma perante dados estímulos. Muitas vezes, a atitude é associada a um grupo ou mesmo a um gênero. Por exemplo, um determinado comportamento pode ser classificado como atitude feminina ou atitude de homem.

TESE
Tese é um termo com o origem no grego "thesis" que significa "proposição". Consiste em uma asserção discutida e defendida por alguém, com base em determinadas hipóteses ou pressupostos. Num sentido mais lato, uma tese é um trabalho acadêmico onde o autor defende uma ideia e sustenta sua argumentação através dos resultados de uma profunda investigação sobre o tema. A tese acadêmica é um documento fundamental para a obtenção do grau de doutor. É comum empregar a locução adverbial "em tese" quando se pretende fazer referência a uma afirmação hipotética, ou seja, que não se tem comprovação prática, apenas em teoria.

SÍNTESE
Síntese é um substantivo feminino proveniente da palavra grega synthesis que indicava uma composição ou arranjo. Uma síntese pode ser um resumo, sumário, sinopse, ou seja, uma descrição abreviada de um texto. Na filosofia, a síntese é uma composição ou reunião das diversas partes de um todo em uma unidade. No contexto da didática tradicional, a síntese é o ato de abordar as principais ideias e pontos de conexão de uma determinada lição.

LIBERDADE
Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém. Liberdade é também um conjunto de ideias liberais e dos direitos de cada cidadão. Liberdade é classificada pela filosofia, como a independência do ser humano, o poder de ter autonomia e espontaneidade. A liberdade é um conceito utópico, uma vez que é questionável se realmente os indivíduos tem a liberdade que dizem ter, se com as mídias ela realmente existe, ou não.

CONSCIÊNCIA
Consciência é o termo que significa conhecimento, percepção, honestidade. Também pode revelar a noção dos estímulos à volta de um indivíduo que confirmam a sua existência. Por esse motivo se costuma dizer que quem está desmaiado ou em coma está inconsciente. A consciência também está relacionada com o sentido de moralidade e de dever, pois é a noção das próprias ações ou sentimentos internos no momento em que essas ações são executadas. A consciência pode ser relativa a uma experiência, problemas, experiências ou situações. Por exemplo: Ele estava completamente viciado, mas não tinha consciência disso.

JUSTIÇA
Justiça significa respeito à igualdade de todos os cidadãos, e é um termo que vem do latim. É o principio básico de um que tem o objetivo de manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal. É um termo abstrato que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. A Justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por mediação através dos tribunais. Em Roma, a justiça é representada por uma estátua, com olhos vendados, que significa que "todos são iguais perante a lei" e "todos têm iguais garantias legais", ou ainda, "todos têm iguais direitos". A justiça deve buscar a igualdade entre todos.

UTOPIA
Utopia é a ideia de civilização ideal, fantástica, imaginária. É um sistema ou plano que parece irrealizável, é uma fantasia, um devaneio, uma ilusão, um sonho. Do grego “ou+topos” que significa “lugar que não existe”. No sentido geral, o termo é usado para denominar construções imaginárias de sociedades perfeitas, de acordo com os princípios filosóficos de seus idealizadores. No sentido mais limitado, significa toda doutrina social que aspira a uma transformação da ordem social existente, de acordo com os interesses de determinados grupos ou classes sociais.

PARADIGMA
Paradigma é um termo com origem no grego “paradeigma” que significa modelo, padrão. No sentido lato corresponde a algo que vai servir de modelo ou exemplo a ser seguido em determinada situação. São as normas orientadoras de um grupo que estabelecem limites e que determinam como um indivíduo deve agir dentro desses limites.

INERENTE
Inerente significa o que está ligado de forma inseparável ao ser. É aquilo que está intimamente unido e que diz respeito ao próprio ser. Inerente é o que faz parte da pessoa ou coisa e que lhe é inseparável por natureza. É o que é intrínseco, peculiar, específico e que pode servir para caracterizar algo ou alguém.
Exemplo:
Sentir frio, fome e sede é uma sensação natural, inerente aos seres humanos. O ciúme é um dos sentimentos mais cruéis inerentes ao ser humano. Em excesso é capaz de destruir vidas e causar os maiores sofrimentos.

HONESTIDADE
Honestidade é uma qualidade de ser verdadeiro; não mentir, não fraudar, não enganar. A honestidade é a honra, uma qualidade da pessoa, ou de uma instituição, significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo que é honesto repudia a malandragem a esperteza de querer levar vantagem em tudo. Para muitos, a pessoa honesta é aquela que não mente, não furta, não rouba, vive uma vida honesta para ter alegria, paz, respeito dos outros e boas amizades. Atualmente, o conceito de honestidade está meio deturpado, uma vez que os indivíduos que agem corretamente são chamados de "careta", ou são humilhados por outros.

IMPRETERIVELMENTE
Impreterivelmente é algo de modo não preterível; indispensável. Impreterivelmente é algo que deve ser feito de qualquer jeito, que não pode esperar outro dia, é mais do que necessário. Impreterivelmente é utilizado para designar uma ação ou atitude que não se pode deixar de fazer; que é inadiável, ou então uma característica que um indivíduo tenha de mudar impreterivelmente, ou seja, não pode mais adiar essa mudança.

CIDADANIA
Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na constituição. Os direitos e deveres de um cidadão devem andar sempre juntos, uma vez que ao cumprirmos nossas obrigações permitimos que o outro exerça também seus direitos. Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e obrigações e lutar para que sejam colocados em prática. Exercer a cidadania é estar em pleno gozo das disposições constitucionais. Preparar o cidadão para o exercício da cidadania é um dos objetivos da educação de um país.